A Liberdade de Ensinar: Um Caso de Discriminação em São Paulo

 


Dois pais  paulistanos estão prestes a serem presas por uma razão que pode parecer absurda: ensinaram seus filhos em casa. Mas o que torna esse caso ainda mais preocupante é a discriminação explícita por parte do juiz responsável pelo caso.

As filhas deles, apesar de não frequentarem a escola tradicional, são exemplos de que a educação em casa pode ser eficaz. Elas leem muito e dominam outras línguas, demonstrando uma capacidade intelectual impressionante.

No entanto, o juiz responsável pelo caso parece mais preocupado com a música que elas ouvem do que com sua educação. Ele as discriminou por não gostarem de funk, uma preferência musical que não tem nada a ver com sua capacidade de aprender. Além do mais, são evangélicas, e com certeza, não poderiam mesmo gostar de funk.
Até onde o Estado pode interferir no gosto do cidadão? Com certeza, nem interferir ele pode, na verdade. Os gostos de cada um devem ser respeitados. 
O que está parecendo é que o juiz está totalmente influenciado pela ideologia comunista. O que está acontecendo é que ele está pondo em prática o que Gramsci ensinou, a implantar o comunismo pela cultura, nas mudanças e nas aplicações da lei. Quem está discriminando as pessoas é o juiz, que não respeita a fé da família. O crime quem comete é ele, e não os outros.
A população precisa lutar contra isso, é absurdo esse leviatã, o Estado, querer se meter agora nos gostos das pessoas,tirando a liberdade de gostar e fazer o que desejam, dentro da lei.

O que você acha?

 É justo punir pais que escolhem educar seus filhos em casa?
A música que alguém ouve é relevante para sua educação?

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J. L.

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