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Servindo a Cristo, Não a Homens: A Verdadeira Identidade e Postura do Obreiro na Casa de Deus

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No dia a dia das congregações, o corpo de obreiros desempenha um papel fundamental. Eles são os primeiros a chegar, os responsáveis pela ordem e os que garantem que o culto transcorra em paz. No entanto, diante das pressões cotidianas e das preocupações com a ordem pública, é fácil desviar o foco da verdadeira essência do ministério. É preciso lembrar, antes de tudo, uma verdade central:  os obreiros servem a Cristo, não a pastores ou lideranças humanas. O apóstolo Paulo deixa claro em Colossenses 3:23-24: "Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens... É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo." Quando o obreiro compreende que seu patrão é o Senhor Jesus, toda a sua postura muda. Ele deixa de buscar a aprovação de homens e passa a refletir o caráter do Mestre.   Zelar com Amor, Não Vigiar com Desconfiança Existe uma linha tênue, mas crucial, entre o zelo e o policiamento. É natural e correto que haja cuidado com as pessoas que e...

O MOLUSCAR DE CADA UM

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Tu moluscas, Eu não molusco, Ele molusca... O país sofre, Nós sofremos! Tu desmolusca, Eu não molusco, Ele desmolusca, A economia cresce, O país enriquece! O Molusco é preso, A moral volta, Os moluscos desaparecem, A maldade também.  O país é uma benção agora! J.L.

A QUEDA DO PODEROSO PASTOR CHAVES

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O sol da tarde batia nos vitrais coloridos do grande templo da Herança Paterna, de Nova Alvorada, projetando sombras longas sobre a mesa de mogno da sala da diretoria. Na cabeceira, o Pastor Chaves Milton fitava o vazio. O peso dos seus setenta e oito anos parecia maior naquele dia do que em todas as décadas que dedicara ao ministério. Chaves não era um homem qualquer. Sua eleição para a presidência da denominação, anos atrás, fora cercada de mistérios e costuras de bastidores que muitos na época chamaram de "estranhas", mas que ele preferia creditar ao destino divino. E, de fato, a obra cresceu. Sob o seu comando, mega templos foram erguidos, missões foram financiadas e as frentes de evangelização se multiplicaram. Claro, ele sabia que nada disso teria acontecido sem as madrugadas de joelhos dobrados do círculo de oração — as fiéis irmãs da igreja eram o verdadeiro motor espiritual daquele lugar. Mas ele achava que era de sua "sabedoria". O problema é que o poder t...

Cuidar de Perto: Como as Igrejas Podem Descentralizar o Acolhimento e Prevenir Tragédias

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  A igreja evangélica é, historicamente, um local de refúgio. No entanto, o crescimento das denominações e a complexidade dos problemas modernos — como a depressão crônica, a ansiedade e as crises conjugais profundas — têm mostrado que o modelo tradicional de atendimento centralizado já não dá conta da demanda. Quando a ajuda psicológica e espiritual está concentrada apenas no "Templo Central", de uma denominação como a "Assembleia de Deus" , a distância física e a burocracia tornam-se barreiras invisíveis. Para quem está no limite da dor, pegar dois ou três ônibus até o centro de uma metrópole pode parecer uma montanha intransponível. Para mudar esse cenário e prevenir tragédias, a solução passa por uma reforma estrutural: a descentralização do cuidado. O Modelo de Descentralização: Levar o Alívio à Periferia Tomemos como exemplo prático a Assembleia de Deus em Recife e de Abreu e Lima. Denominações  desses portes possuem templos em quase todas as esquinas da Regiã...

POR ONDA ANDA ESTEVES JACINTO?

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O cantor Esteves Jacinto começou sua carreira em Casa Amarela, na Assembleia de Deus, Recife.Compositor de mão cheia, Inspirado, cantou muitos anos na Assembleia de Deus em Recife.  Depois da ascenção do pastor Ailton, ele entrou em outro ministério, talvez por ser genro do pastor Almeida, que foi vice do pastor Leôncio, antecessor do pastor Ailton. O cantor agora canta bastante nas igrejas Seara e Rede Esperança, respectivamente  precididas pelos irmãos pastores Jônatas Lins e  Hélio Ribeiro, que tiveram sua origem na Assembleia de Deus de Recife.  Os que admiram o cantor, e suas letras inspiradas por Deus, pode vê-lo cantar nesses lugares, e até em suas apresentações.  Ele anda sumido das Assembléia de Deus de Recife, mas canta nessas citadas igrejas e e outras que não seja do ministério das AD's de  Recife.  Deus abençoe sempre o cantor e postor Esteves.   J.L.

O Sumiço de Elian Oliveira: Fiéis Sentem a Ausência da Cantora nos Congressos da Assembleia de Deus de Recife

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A música gospel nordestina e, em especial, as grandes festividades da Igreja Assembleia de Deus em Recife (PE), sempre tiveram uma trilha sonora marcante na voz de Elian Oliveira. A cantora pernambucana, que construiu uma carreira sólida e se tornou uma das vozes mais queridas do meio evangélico local, tem sido o centro de questionamentos e de muita saudade por parte de seus admiradores nos últimos tempos. Uma Trajetória Marcada por Hinos de Fé Por muitos anos, Elian Oliveira foi presença confirmada e um dos grandes nomes da Assembleia de Deus de Recife, ministério presidido pelo Pastor Ailton José Alves. Seus hinos, conhecidos pelas letras profundas e interpretações marcantes, eram praticamente obrigatórios e ecoavam com força nos tradicionais Congressos de Mulheres da denominação, tornando-se temas de adoração entoados por milhares de vozes feminina. O Afastamento dos Holofotes e a Ausência em 2026 Nos últimos três anos, no entanto, o cenário mudou. O público que acompanha a programa...

A VERDADE LIBERTADORA

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Nas terras verdejantes e profundas da América do Sul, existia um país abençoado pela natureza, mas amaldiçoado pela ganância: Paubrilho. Uma nação de riquezas incomensuráveis — solo fértil, minérios raros e águas cristalinas —, que definhava sob o jugo de uma corte de governantes implacavelmente corruptos. No topo dessa pirâmide de lama sentava-se o Governante. À primeira vista, sua imagem inspirava respeito: um homem idoso, de postura imponente e uma barba branca tão comprida que quase tocava o chão de mármore do palácio. A liturgia do poder, no entanto, escondia um segredo macabro. A cada terceira sexta-feira do mês, o silêncio da meia-noite era quebrado por um ritual privado.  O velho trancava-se em seu salão mais isolado e, com as mãos trêmulas, vertia um líquido vermelho-vivo em pequenos cálices. Bebia exatamente sete copos de 50 ml daquela substância densa que ardia como brasa. Assim que o último copo era esvaziado, o chão da sala parecia latejar. Uma sombra densa, desprovida...