O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

O BAAL- NEYMAR

Acabou-se. O deus Baal-Neymar nada pode fazer, mostrou-se impotente, mesmo com toda aquela adoração, e os sacrifícios feitos a ele, não fez nada para a seleção ser vitoriosa.

A Globo-lodo tudo fez para sua exaltação, e ofereceu os mais variados tipos de incenso no altar  dos brasileiros que também o adoravam. O deus não foi potente o bastante para realizar os desejos de sua gente. Que deus fraco, esse! Bastou alguém tocar nele e o mesmo se desmanchou feito manteiga.Não mereceu toda a adoração feita a ele. Poder pequeno, nem merece fazer parte do panteão católico-futebolístico. Mas também, quem manda ser fraco? o povo que exagerou, via a TV citada. Não mereceu toda essa euforia. Mostrou-se um deus impotente.
Todos só falavam nele, só queriam ele, como se ele sozinho fosse a força da seleção, e do Brasil. Esse deus é abastado, tem demais, os mortais é que precisavam de seu poder, mas mostrou-se  incapaz de dar essa alegria ao seu povo, tão fraco quanto ele mesmo.

Tudo o que ele  dizia ou fazia era algo incomum e digno de ser admirado;no dia antes do jogo da seleção, fizeram homenagens ao seu deus, um gesto que ele costumava fazer; até a presidente fez essa homenagem a ele,levando seu incenso, mas foi muito ridicularizada. Passou, o poder do deus, que não pôde salvá-los, e nem salva ninguém. Acabaram-se os incensos e os louvores para esse deus, e a TV Globo-lodo, que o promovia, está envergonhada. Nunca mais, talvez, alguém  se lembrará dele, e  do seu poder, que falhou. É tão forte quanto qualquer brasileiro.
Seus sacerdotes, que também jogavam, estão agora cobertos de vergonha e choro. Onde está o poder de de Neymar? Quebrou-se, como sua  coluna. É fraco, esse deus.
A vergonha é que exageram na exaltação do jogador, que não merecia, nem merece, adoração, só Deus, o Todo-poderoso, merece essa honra, mas o brasileiros são um povo por demais idólatra. "Amaram mais a criatura que o criador", sua esperança voou como pó. Já era, Baal-Neymar.

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