O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

PROFETA ELIAS, O MATUTO DE DEUS



Ele apareceu em uma circunstância bem difícil em Israel, o reino do Norte, depois da divisão feita pelo próprio Deus. Seu nome significa “Jeová é meu Deus”, para contrastar com o nome de Baal, adorado por toda a nação. Era preciso alguém da estirpe de Elias para que isso ganhasse a repercussão que ganhou.
Seu nome é a junção de “El”, nome de Deus usado pelos hebreus, com “Jah”, abreviatura de Jeová, significando que Jeová, e não Baal, era o Deus dele. O lugar natural de Elias era Tisbé, que ficava na região de Gileade, onde hoje é a Transjordânia. Esse lugar era conhecido por ser um lugar de gente rude, de personalidade forte, musculosos, acostumados com a aridez da terra. Elias era assim ,como um sertanejo de Pernambuco, região árida do Nordeste do Brasil. Ele iria travar uma grande batalha, mas ele estava pronto para enfrentar Acabe e sua mulher Jezabel,cheia de demônios, que o dominava, e implantou a adoração a Baal de forma sistematizada, em todo o país. Ela era de Sidon, cidade da Fenícia; seu pai era Etbaal, rei dessa cidade-estado. O casamento com essa mulher era fruto dessa aliança de Acabe com esse povo. As trevas eram medonhas, e o povo já não queria saber de Deus. Era como se Deus não fosse mais o Deus deles, e nem os tivesse tirado do Egito e feito uma aliança com eles. Deus tinha o homem certo para resolver.
Elias aparece de repente, sem apresentação. Disse que “nao choveria durante tres anos, segundo minha palavra”.Isso era um desafio e uma sentença contra Baal e Asera, que era mãe desse último; também era considerada esposa dele.
Era esse o clima que Elias encontrou, um reinado de pessoas comprometidas com o mal, um governante do povo de Deus, levando ele para a idolatria e o mal desenfreado, do mesmo modo que fizeram Jeroboão, Baasa, Nadabe, entre outros. Sua esposa o instigava a fazer o mal, e ele não lhe resistia, porque havia se vendido para fazer isso e desagradar a Deus. Foi preciso usar um servo seu corajoso e que não pensasse duas vezes antes de fazer o que fosse preciso, de dizer o que fosse preciso. Elias era o homem.
Assim, vemos que Deus tem um homem certo para a circunstância certa. O momento exigia um golpe forte de Deus. Não era para dar palavras doces, nem mais exortações sutis. Era para sacudir o povo de verdade, para levar eles de novo para Jeová.
Quando é preciso sacudir o povo, Deus tem a pessoa certa; elias era um “matuto” ousado, que não tinha palavreado bonito como o de Salomão, mas tinha a ousadia de Deus nele, e sabia para que foi chamado. Precisamos de mais pessoas como Elias para sacudir essa cidade, esse estado, essa nação. Deus levantará.



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