A ERA DOS PASTORES POLÍTICOS

Na eleição deste ano, 250 candidatos são religiosos, EVANGÉLICOS, e usam esse título em suas candidaturas, como pastor (195), missionários (33),bispos (14), apóstolos (7), e presbítero (1).
Esse levantamento foi feito pela revista Veja, e mostra que, cada vez mais, líderes eclesiásticos estão buscando se envolver na política. É algo que cresce muito ultimamente. Será que o propósito da igreja está mudando? Talvez tenham caído no mesmo erro de Demas, colaborador do apóstolo Paulo, que amou o mundo de seu tempo e abandonou o ministério de ganhador de almas. É de se pensar isso.
Fico admirado que um pastor, depois de trinta anos abandone seu ministério para ser um político. É descer muito! Jamais um pastor devia abandonar esse tão grande propósito, que é cuidar da igreja, para abraçar uma ideologia política. Os que quisessem ser políticos, deveriam abandonar a igreja, e o título, e se dedicarem só à política.
Essa eleição mostra o rumo estranho que a igreja tá tomando; um rumo errado, diga-se de passagem.Não é errado ser político, só penso que abandonar o rebanho e a santa obra para isso, é uma anomalia.
 

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