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POR ONDA ANDA ESTEVES JACINTO?

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O cantor Esteves Jacinto começou sua carreira em Casa Amarela, na Assembleia de Deus, Recife.Compositor de mão cheia, Inspirado, cantou muitos anos na Assembleia de Deus em Recife.  Depois da ascenção do pastor Ailton, ele entrou em outro ministério, talvez por ser genro do pastor Almeida, que foi vice do pastor Leôncio, antecessor do pastor Ailton. O cantor agora canta bastante nas igrejas Seara e Rede Esperança, respectivamente  precididas pelos irmãos pastores Jônatas Lins e  Hélio Ribeiro, que tiveram sua origem na Assembleia de Deus de Recife.  Os que admiram o cantor, e suas letras inspiradas por Deus, pode vê-lo cantar nesses lugares, e até em suas apresentações.  Ele anda sumido das Assembléia de Deus de Recife, mas canta nessas citadas igrejas e e outras que não seja do ministério das AD's de  Recife.  Deus abençoe sempre o cantor e postor Esteves.   J.L.

O Sumiço de Elian Oliveira: Fiéis Sentem a Ausência da Cantora nos Congressos da Assembleia de Deus de Recife

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A música gospel nordestina e, em especial, as grandes festividades da Igreja Assembleia de Deus em Recife (PE), sempre tiveram uma trilha sonora marcante na voz de Elian Oliveira. A cantora pernambucana, que construiu uma carreira sólida e se tornou uma das vozes mais queridas do meio evangélico local, tem sido o centro de questionamentos e de muita saudade por parte de seus admiradores nos últimos tempos. Uma Trajetória Marcada por Hinos de Fé Por muitos anos, Elian Oliveira foi presença confirmada e um dos grandes nomes da Assembleia de Deus de Recife, ministério presidido pelo Pastor Ailton José Alves. Seus hinos, conhecidos pelas letras profundas e interpretações marcantes, eram praticamente obrigatórios e ecoavam com força nos tradicionais Congressos de Mulheres da denominação, tornando-se temas de adoração entoados por milhares de vozes feminina. O Afastamento dos Holofotes e a Ausência em 2026 Nos últimos três anos, no entanto, o cenário mudou. O público que acompanha a programa...

A VERDADE LIBERTADORA

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Nas terras verdejantes e profundas da América do Sul, existia um país abençoado pela natureza, mas amaldiçoado pela ganância: Paubrilho. Uma nação de riquezas incomensuráveis — solo fértil, minérios raros e águas cristalinas —, que definhava sob o jugo de uma corte de governantes implacavelmente corruptos. No topo dessa pirâmide de lama sentava-se o Governante. À primeira vista, sua imagem inspirava respeito: um homem idoso, de postura imponente e uma barba branca tão comprida que quase tocava o chão de mármore do palácio. A liturgia do poder, no entanto, escondia um segredo macabro. A cada terceira sexta-feira do mês, o silêncio da meia-noite era quebrado por um ritual privado.  O velho trancava-se em seu salão mais isolado e, com as mãos trêmulas, vertia um líquido vermelho-vivo em pequenos cálices. Bebia exatamente sete copos de 50 ml daquela substância densa que ardia como brasa. Assim que o último copo era esvaziado, o chão da sala parecia latejar. Uma sombra densa, desprovida...

PORQUE A MULHER EVANGELICA NAO ADERIU AO REDPILL

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  O fenômeno cultural conhecido como "Redpill" —uma subcultura digital que debate dinâmicas interpessoais, papéis de gênero e, frequentemente, expressa um forte ceticismo em relação ao casamento moderno—tem transformado as relações sociais no ocidente. Impulsionado por influenciadores e podcasts, o movimento prega um afastamento das estruturas tradicionais de relacionamento, alegando que o feminismo e a cultura secular tornaram o casamento um "mau negócio" para os homens. No entanto, ao analisar o tecido social brasileiro, um grupo demográfico específico se destaca como uma linha de frente resiliente contra essas ideias: as mulheres evangélicas. Com base em Romanos 12.2; 1 João 2.15-17; e Romanos 8, e Salmo 1, entre outras partes da Bíblia, que exorta o bom comportamento cristão, elas procuram seguir os ditames da Palavra de Deus. Enquanto a cultura secular absorve os choques de uma guerra cultural entre o feminismo radical e a "Redpill" , a comunidade eva...

CECÍLIA E O LOBO DA IGREJA

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O silêncio de Cecília começou aos dez anos, disfarçado debaixo das roupas largas que ela passou a usar e do sumiço repentino do seu sorriso de menina. Membro de uma fervorosa comunidade evangélica pentecostal, em Recife, cidade chamada de "veneza brasileira", a família de Cecília via o mundo através da lente da fé mecânica: se algo ia mal, faltava oração. Se ia bem, não havia do que se preocupar, pois não estavam sujeitos a coisas que afetam os ímpios.  Ninguém conseguia entender por que aquela garota, antes tão cheia de vida, estava afundando em uma depressão profunda e inexplicável. O motivo guardava um nome e um parentesco próximo: Tio Silas. Ele era irmão de seu pai e, acima de tudo, um pastor respeitado na congregação. Mas era um terrível hipócrita.    O Peso do Silêncio As férias de Cecília costumavam ser sinônimo de alegria, mas tornaram-se seu maior pesadelo. Foi em uma tarde ensolarada, na casa dele, que tudo mudou. Os adultos tinham saído para o mercado. Silas a...

A Cruz Silenciosa: A Depressão Entre Esposas de Pastores Evangélicos

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Quando se fala sobre os desafios da liderança cristã, quase sempre o foco recai sobre o pastor. Pouco se fala, entretanto, sobre a mulher que caminha ao seu lado. A esposa do pastor ocupa uma posição singular dentro das igrejas evangélicas. Embora raramente tenha sido oficialmente eleita para um cargo, muitas vezes ela se vê envolvida em praticamente todas as atividades da congregação. Sua vida torna-se pública, suas atitudes são observadas, suas palavras são analisadas e sua família frequentemente é colocada sob um microscópio permanente. Nesse contexto, não é surpreendente que muitas esposas de pastores desenvolvam quadros de ansiedade, esgotamento emocional e depressão. O fenômeno existe em diversas denominações, mas pode ser particularmente intenso em igrejas com estruturas organizacionais complexas, como as Assembleias de Deus, onde múltiplos departamentos, lideranças e atividades demandam constante atenção. O Peso Invisível da Função A esposa do pastor vive uma condição pe...

IEADPE:TENTANDO ENTENDER A TRAGÉDIA

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Por J.M. a morte precoce da irmã Andalúzia Maria,  do jovem Pastor Pedro Wilson, que dirige a Igreja no município de São Vicente Férrer, está doendo muito em nossos corações. Se ser cristão, na IEADPE, tem uma série de cobranças, devido aos costumes da igreja, mesmo que não se tenha um cargo, ou mesmo que não seja parente de pastor, imagine ser  a mulher de um pastor, que por si só é uma coisa muito “pesada”, muito séria, muitas cobranças. Não é fácil. Sabe-se que nossa irmã sofria de depressão, e estava no Congresso das Mulheres, festa anual das mulheres em Pernambuco. No outro dia, houve a notícia. Toda a internet está falando. Um dos primeiros a comentar sobre isso foi a página “Assembleianos de Valor”, que caiu como uma bomba. Explodiu nas redes sociais. Que triste! Muita gente dizendo que nossa irmã atentou contra sua vida, mas, que certeza temos disso?Sabe-se que ela tomava remédio controlado, para depressão, ela estava no congresso, e ninguém sabia como estava sua alma,...