O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

JEREMIAS DO COUTO CRITICA CGADB

Ele é considerado um dos grandes teólogos do Brasil, e agora está longe dos círculos mais amigáveis da CPAD, pois era um dos comentaristas das Lições Bíblicas que essa editora publica. Em seu blog ele faz severas críticas à essa entidade, e também à CGADB.
Nesse blog, ele explica que houve 10.479 inscrições irregulares na eleição da CGADB, o que facilitou a vitória do pastor Wellington Junior, filho do atual presidente, que são acusados de querer se perpetuar no poder da entidade.
A juíza da comarca da Madureira emitiu uma liminar anulando a eleição, e um outro juiz, da mesma comarca, deu uma liminar, fortalecendo a primeira, por que as ordens da justiça foram descumpridas, pelo fato da CGADB não ter atendido à primeira liminar e não quis anular a eleição, que foi realizada sem interventor, e a ordem dada pela justiça foi que houvesse acompanhamento dos interventores e auditores, mas a entidade não quis cumprir ela, coisa que vai de encontro  ao que a Bíblia diz, pois na Assembleia de Deus é ensinado que devemos respeitar nossas autoridades, com base em Romanos 13.
Diz ainda o teólogo Jeremias do Couto que a CGADB é que tem a culpa de tudo isso ter começado, pois poderia ter evitado isso, se não ficasse fazendo tudo para não perder o poder que até então tinha e tem ainda. Tudo começou em 2013, pouco antes da AGO, em Brasília, quando queriam afastar da entidade os pastores Samuel Câmara, Jônatas Câmara, Ivan Bastos, e Sóstenes Apolos, esse último já dorme no Senhor. A justiça não quis afastar eles, tendo sido inocentados, razão pela qual a justiça obrigou a reintegração deles nos quadros da CGADB,mas mesmo assim não deram o poder que eles tinham lá anteriormente.
Uma das razões desse problema também,  que a CGADB enfrenta,foi a recusa da entidade citada não querer ser transparente, recusando-se mostrar a conciliação bancária dela, o que deixou que suspeitassem da entidade. 
Por isso o STJ  aceitou a denúncia feita contra a eleição realizada dias atrás, que deu vitória ao filho do atual presidente da entidade. Isso só serve para profanar o nome do Senhor Jesus, pois os jornais do Brasil inteiro noticiam isso, dando ocasião para ímpios zombarem da igreja. Podiam resolver isso com um homem sábio entre eles, e jamais levar essas coisas para a justiça. Que seguissem o conselho do apóstolo em 1 Coríntios 6. Que fizessem isso, e tudo daria certo.
Espero que essa mania não se espalhe em entidades e igrejas no Brasil, pois só o estrago feito pela CGADB já basta.

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