O Poder e o Propósito da Oração: Um Encontro Que Transforma

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A oração é uma das práticas mais antigas e universais da humanidade, e ao mesmo tempo, uma das mais incompreendidas. Para muitos, ela se resume a um ritual, uma lista de pedidos repetidos em momentos de desespero. Para outros, é um monólogo solitário. Mas na sua essência mais profunda, a oração é um diálogo vivo, é o ponto de encontro entre o finito e o infinito, entre o coração humano e o coração de Deus. É o fio invisível que nos liga à fonte de toda a vida. Entender a oração é entender que não fomos criados apenas para existir, mas para nos relacionar. E este artigo é um convite para redescobrir esse relacionamento. 1. A Importância da Oração: Por Que Não Podemos Viver Sem Ela Imagine tentar viver sem respirar. Por alguns minutos é possível, mas logo a falta de ar se torna insuportável. A oração é o respiro da alma. Sem ela, nossa vida espiritual definha, torna-se superficial e ansiosa. A oração é nossa linha direta de comunicação com Deus. Vivemos em um mundo barulhento, cheio de o...

NÃO É O PASTOR JOTINHA O AUTOR DO HINO


Não  foi o pastor Jotinha quem fez o hino "Chuva de bênçãos", o autor é um americano do século XIX, Daniel Webster Whittle, autor da letra, e James Macgranahan, autor da música. José Rodrigues fez a versão para o português. Lembrando que existe outra versão mais aproximada do original, melhor que a do pastor Jotinha.
Fiquei espantado quando um certo presbítero, que assistira o testemunho dele, disse que ele era o compositor. de fato, aparece o nome dele abaixo da letra do hino, mas ele não é o autor.Da mesma forma o pastor Paulo Macalão não é o autor da maioria dos hinos da harpa, é apenas o tradutor, ou autor da versão para o português.
A letra original é bem melhor que a traduzida, pois na versão nem sempre a letra fica com a riqueza da original.
Ele primeiro constou dos primeiros 44 hinos do Hinário Pentecostal editado pela Assembléia de Deus em 1923 e também na 4ª edição de 32. Uma bênção mesmo. Gosto bastante desse hino. Existe uma versão que os corais cantam, com um belo arranjo, de fato, muito bonito, melhor que a outra versão, mais rica.
Até 1941, o número dele na harpa era 11, depois mudou para o número 1, numa coletânea organizada por Paulo Macalão, morto em 1982.
Que belo é esse hino, pois trouxe e traz consolo para muita gente nos momentos de aflição.

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