O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

A ESTÓRIA DE CARLOS


Carlos era um bom menino; foi bem ensinado por seus pais cristãos em todas as verdades que precisava.Ele admirava a natureza e tudo o que ela tinha.
Tinha lido grandes obras de pensadores e cientistas, e queria também um nome entre eles a qualquer custo. Foi quando resolveu elaborar uma teoria que levasse todos a admitirem que era verdade, mesmo que contrariasse toda a lógica, e ninguém nunca provasse que sua teoria estava errada. Passou um mês pensando nisso, quase nao comia ou dormia direito. Mas para isso teria que negar a fé que tinha no Criador, e teria que fechar os olhos para o óbvio.
Lançou ela em forma de livro, e foi aplaudido. Muitos céticos ficaram felicíssimos, porque agora eles poderiam ter algo que os iludisse através de uma aparente lógica, para que fizesse oposição às ideias da criação.
De noite, deitado em sua cama, Carlos sorria da ingenuidade desses acadêmicos, coitados, dando crédito a algo tão sem sentido, só porque faz oposição à criação bíblica. Foi então que percebeu que quem acreditava em sua teoria possuía muito mais fé do que aqueles que acreditavam na criação. Entendeu que não perdera a fé, só a direcionou para outra coisa, a desvirtuou totalmente.
O bom nisso é que agora era famoso, considerado uma mente brilhante. Mas Carlos sabia que na verdade era um tolo. Antes de morrer, negou suas mirabolantes ideias e voltou ao que acreditava. Morreu feliz.

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