O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

AS CRIANÇAS EVANGÉLICAS E AS CALÇAS COMPRIDAS

As escolas públicas agora estão exigindo que as crianças e adolescentes usem calças compridas. Seria uma coisa normal, não fosse um problema: as crianças e adolescentes evangélicas de algumas denominacões não têm esse costume, e, por isso, ficam nesse drama. Se  as crianças usam calça, violam as normas da igreja, se não usam, a escola não deixa assistir aulas. O que fazer?
A calça comprida tornou-se símbolo de liberdade das mulheres, e as igrejas pentecostais não aconselham às mulheres  a usarem isso, o que não é aceito pelos que nada entendem dos costumes das igrejas evangélicas. Essa é uma das normas mais defendidas por algumas denominações, e não vai ser fácil mudar isso.
Algumas mães evangélicas estão correndo para comprar roupas para suas filhas, pois essas meninas precisam assistir  as aulas. Parece que nesse ponto, a igreja abre exceção, contanto que não as usem no dia a dia, mas só durante as aulas.
Por outro lado, as escolas deveriam respeitar esse costume das igrejas; elas têm todo o direito de não querer que seus membros usem calças compridas, tidas como símbolo de rebeldia, e dava até disciplinas nas congregações, antigamente. Hoje, embora não se aceite isso ainda (abertamente), não há mais disciplinas por usar calças compridas.
Algumas irmãs precisam  trabalhar, e o uso de calças compridas é imprescindível, pois quem sustentará seus filhos? Uma crê que não vai diminuir o fervor de cristã por causa disso, e usa. Já outra, acha que se usar calças compridas vai enfraquecer elas, então, é aconselhável não usar mesmo. Paulo deu um importante ensino sobre isso, que é um princípio (o que serve de base a alguma coisa; causa primeira, raiz, razão) bíblico. Alguns irmãos criticavam outros, em Roma, por separar dias de outros, ou de não comer legumes, enquanto outros eram criticados justamente por fazer não fazer isso. O apóstolo então aconselha a não criticarem os outros por causa disso, pois se assim alguém procede, é para agradar a Deus. "Quem come não critique quem não come, e quem não come não critique quem come", disse Paulo (Rom 14.2,3). Ele prossegue, dizendo que se a pessoa tem convicção em fazer algo desse tipo de que não vai ter problemas espirituais, continue fazendo isso (falo de coisas lícitas, entendam, isso não se aplicada para aquilo que é pecado), mas se não fizer tendo essa fé, peca quando pratica.
Então, veja cada um como vai agir, de acordo com o princípio bíblico aqui comentado. Se tiver que usar calças compridas, faça de modo que não prejudique a si mesmo, nem à igreja. Claro que isso não se trata de doutrina central bíblica, mas de costumes, que,  apesar de não servirem para salvar ninguém, é costume da igreja, e deve ser respeitado.

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