O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

QUANDO OS MARIDOS VÃO EMBORA

Resultado de imagem para esposas abandonadasPor muitas vezes eu vi isso acontecer na igreja. Irmãs cujos maridos foram embora por anos a fio, e a serva de Deus esperou por eles como se não houvesse homem mais no mundo, ou como se não tivessem direito de casar de novo, por serem abandonadas, e o marido ter casado com outra.
Por desconhecimento ou medo, a verdade é que elas esperavam até eles voltarem para casa, e finalmente, retomarem suas posições no lar.Enquanto não voltavam, cuidavam do lar, e criavam os filhos sozinhas.
Dessas irmãs, talvez nem tenham mais hoje em dia, pois por qualquer coisa se deixa o marido hoje, até se os gênios dos dois forem diferentes, coisas que a Bíblia condena.A única exceção é a prostituição, do grego porneia, que se refere às mais diferentes formas de prostituição.
Entendo que elas faziam isso para honrar a Deus, não darem escândalos por causa de um desejo carnal. Mas hoje em dia, duvido que isso aconteceria de novo. O marido que sai de casa, é logo  substituído por outro, pelo menos na maioria dos casos. Claro que ainda há quem prefira ficar sem marido do que arrumar um e prejudicar seus filhos.
Eu admirava essas irmãs, pois davam um valor extremo ao casamento, não o viam como algo vulgarizado como hoje em dia, e nem seus desejos eram tão importantes assim,para elas, pois eram muito mais reponsáveis do que a maioria de hoje.
Era uma vida abnegada a delas. Esperar por um marido que abandonou o lar, durante 10, 15, ou mesmo 20 anos! Que difícil isso. E muitas vezes esse seu marido, depois de passar anos dando o melhor de si a outra mulher, mesmo que não fossem casados com essas outras, no papel, como a primeira,mas cuidavam deles quando voltavam doentes, até ao dia em que ele partia, sempre salvos, pela grande misericórdia de Deus, pois honravam a Ele. Gostava de ver essas coisas, era um exemplo de vida.
Acho que esse tempo ficou para trás, pois hoje em dia, até um vício que o marido tiver, como de ler demais, de só querer estár trabalhando, é motivo de deixá-lo, por parte de muitas mulheres evangélicas sem temor a Deus. Coo advento da intenet e das redes sociais, ficou até mais fácil.
O evangelho é isso, abnegação total, mesmo que signifique renúncia a algo a que temos direito.

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