O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

ISAÍAS 48: NA FORNALHA DA AFLIÇÃO

Aqui termino essa série de comentários rápidos de alguns capítulos do livro de Isaías. Espero que, de alguma forma, seja proveitoso. Escreverei outras vezes ainda sobre esse profeta, mas não nessa série.

OUVI isto, casa de Jacó, que vos chamais do nome de Israel, e saístes das águas de Judá, que jurais pelo nome do Senhor, e fazeis menção do Deus de Israel, mas não em verdade nem em justiça. (Is. 48.1)

Aqui nesse capítulo há uma admoestação de Deus para Israel, pois eles viviam  uma vida dupla, adorando a Deus e falsos deuses.Sua cerviz dura não estava sendo agradável a Deus, e seu culto misturado, também não agradava em nada.
Para não deixar dúvida quanto ao seu poder e caráter, Deus afirma que revelou essas coisas antes que acontecessem, a liberdade de seu povo e a ascensão de Ciro,e Isaías desde o capítulo  40 vem  falando direta e indiretamente dele. Nenhum outro deus faria isso; nem anunciaria desde muito tempo a vitória do povo de Deus, nem retiraria ele do cativeiro. As coisas que ele estava anunciando também era sobre  o Messias, o seu ministério terreno, o seu modo de agir, seu reino.
Jeremias, no capítulo 7, pinta um quadro muito grande sobre essa idolatria. No mesmo dia em que eles sacrificavam seus filhos a Moloque, Milcon, Baal e outros deuses, vinham ao templo "adorar" a Deus. Era um grande sincretismo religioso. Ezequiel também fala disso, que desde os líderes da nação, a idolatria grassava em Jerusalém. Adoravam a Rainha do Céu, precursora de Maria e de outras deusas do Egito e da Ásia e Europa, como Diana, Vênus, Ishitar, e Ísis. Todas essas deusas eram adoradas naquela época, e o povo de Deus não pensou duas vezes em fazer isso, e cair na idolatria. O preço foi caro.
Tudo que seu povo havia passado até agora era uma purificação de Deus, que, como a uma prata, estava tirando de Israel as escórias da idolatria, e depois disso, eles iriam pensar duas vezes antes de adorarem a outros deuses.O culto que era dado a esses ídolos muitas vezes envolvia orgias e bacanais, uma depravação desenfreada deles fez com que Deus ficasse irado e os entregasse a outros povos, até que eles soubessem quem é Deus, como Manassés conheceu. 
Chegou a tal ponto essa depravação, que no tempo de Jeremias, depois de haver sido escrito um texto sobre isso,no caso, o que agora é o livro que leva o nome desse profeta, eles não se arrependiam do que faziam e diziam. Havia essa deusa acima citada, que fez com que a nação ficasse depravadíssima, a tal ponto, que eles achavam que a cidade tinha sido abandonada por eles terem deixado de oferecer as oblações à essa deusa, e as mulheres seguiam o costume de levar adiante tudo que eles pensavam, com a ajuda dos próprios maridos;  que o castigo não foi por causa do pecado da nação, mas sim pela falta de adoração à essa deusa. Que absurdo. Inverteram totalmente a situação.
Assim, quem não fugisse dessa contaminação dos ídolos, não teria paz, pois os ímpios não têm paz, diz Deus.

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