O que demonstra essa crise no STF?

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Fotos: Pedro Ladeira/ Folhapess ​O Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa a posição mais elevada do Poder Judiciário brasileiro, atuando como o guardião final da Constituição de 1988. No entanto, o debate público sobre a atuação da Corte atingiu um nível de polarização e desconfiança sem precedentes. Em conversas sobre segurança jurídica e política nacional, surge de forma recorrente uma pergunta fundamental: O STF é isento? ​A percepção de imparcialidade, indispensável para a sustentação de qualquer Estado Democrático de Direito, vem sendo corroída por episódios de atrito interno, decisões controversas e uma crescente exposição dos magistrados nos debates públicos. Entender o que demonstra essa crise institucional exige analisar detalhadamente a conduta dos ministros, os limites do julgamento das leis e os caminhos possíveis para restabelecer a confiança no tribunal. ​1. Os ministros demonstram suas ideologias nas suas decisões? Imagem: Wokandapix / Pixabay ​A premissa ideal do ju...

ELA FOI ESTUPRADA POR UM ADULTO, ENGRAVIDOU, MAS NÃO QUIS TIRAR O BEBÊ

Kali e seu filho
 


"Kali" é uma adolescente viciada em redes sociais, que era acostumada a marcar encontros com amigos virtuais, e fez isso várias vezes. Nada havia dado errado ainda, até que o ocorreu seu último encontro com seu suposto amigo.
 Chegou o dia e ela foi. Ao invés de se deparar com um rapaz de sua idade, ou pouco mais, encontrou um senhor de 66 anos de idade, que a violentou e a bateu nela. Depois de um tempo, percebeu que estava grávida.
Várias médicos onde ela foi com seus pais, aconselhara-na a tirar o feto, pois era de um estupro. Ela resolveu ter o bebê por que dizia que ele não tinha culpa alguma, tinha direito à vida como ela teve à sua. Iria ter o bebê.
O que a deixou triste foi que seus colegas adolescentes ameaçaram estuprar ela de novo, e sempre ela era chamada de "puta", por seus amigos da escola, a ponto de escreverem isso na porta de sua casa. Estava resolvida a fazer isso, mesmo que a maioria a chamasse de louca por resolver ter um filho de um monstro estuprador. Iria ter esse filho de todo jeito, não adiantava preconceito, nem de teorias falsas de que até duas semanas o feto não fosse um ser humano de verdade, ela não acreditava que tinha poder sobre seu corpo a ponto de poder tirar o feto como se fosse um nódulo nele. Era um ser humano, e estava resolvida a ter esse bebê. Não era assassina.
“Eu sou uma garota e a barriga já dava sinais aos três meses. Minha família ficou dilacerada. Alguns familiares me apoiaram para continuar com a gravidez; outros me incentivaram a ter um aborto e os médicos ficaram divididos. A primeira coisa que ouvi foi: “Há sempre oportunidades de ter outros filhos”. Outro médico disse aos meus pais que eu era uma “criança selvagem”, incapaz de tomar qualquer decisão sobre o meu próprio bebê. Nunca ocorreu a qualquer um desses médicos qualquer coisa que não fosse o aborto”.
Infelizmente esse preconceito existe em todos os lugares. A indústria usa os fetos e a placenta para fins financeiros somente, como se estivesse lidando com uma coisa. O que eles querem é coisificar o ser humano para parecer algo "legal". mas a verdade é que está lidando com um ser humano,e não UMA COISA.
Graças a Deus que ainda há pessoas que dão valor à vida, e que não têm espírito assassino. Com informações da  http://www.religionenlibertad.com/fue-violada-por-pedofilo-quedo-embarazada-pero-dijo--52421.htm.


por Leo Mouras

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